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Candeeiros Paulo Coelho iluminam casas e hotéis da Austrália aos EUA

Cria, fabrica e comercializa artigos de iluminação…

Euroluce 2017

Estimados clientes, Gostaríamos de vos agradecer e,…

EUROLUCE - 04-09/04/2017

A Empresa Paulo Coelho® vai estar presente, de novo,…

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Candeeiros Paulo Coelho iluminam casas e hotéis da Austrália aos EUA

Cria, fabrica e comercializa artigos de iluminação decorativa, nomeadamente candeeiros de chão, de mesa e de teto, de cinco estilos diferentes (contemporâneo, moderno, clássico, rústico e infantil). Falamos da Paulo Coelho, empresa de Alcobaça que exporta 80% da sua produção para vários países da Europa. Mas os seus candeeiros também chegam à Austrália, Estados Unidos e Japão. “Estamos agora a tentar regressar à Rússia, para onde já vendemos há uns anos”, afirma Susana Bento. A gerente adianta que se nota agora mais procura por parte deste mercado, onde já conseguiu um agente para distribuir os seus produtos. A empresária contava ir a uma feira na Rússia, em Novembro, com a Associação dos Industriais Portugueses de Iluminação, mas tal já não deverá acontecer porque “não houve empresas suficientes interessadas”. Susana Bento diz que ir a feiras é indispensável para a Paulo Coelho Iluminação e Decoração, mas que é difícil fazê-lo sozinha. “Vamos sempre às duas principais feiras do sector, a Euroluce, em Milão, Itália, num ano, e no ano seguinte à Light & Building, em Frankfurt, Alemanha. Marcamos presença com stand próprio, com o apoio da associação”, explica a empresária. “Já sugeri à associação que promovesse participações conjuntas em novas feiras, porque é diferente estarmos num certame inseridos num stand de 60 metros quadrados ou estarmos com um de dez. Os pequenos ficam encostados às escadas ou às casas de banho, mas um bom stand numa boa localização fica muito caro para uma empresa da nossa dimensão”. Com mais de 20 anos de experiência, a Paulo Coelho (marca registada) desenvolve as suas próprias coleções – duas a três por ano, em regra – que apresenta naquelas feiras. “Desenhamos as nossas coleções com base naquilo que entendemos ser vendável e também de forma a ir ao encontro das necessidades dos nossos clientes”, diz a gerente da empresa de Alcobaça, que de dois em dois anos renova os seus catálogos. Na unidade situada em Casal da Charneca são fabricadas as bases em madeira. Outros componentes dos candeeiros – como os abat-jour ou peças em metal – são subcontratadas. “Mas é tudo concebido e desenhado pela empresa, que tem um designer a tempo inteiro”, explica Susana Bento. E quem são os clientes da Paulo Coelho? Lojas de iluminação e decoração, armazenistas, decoradores, projetistas. Hotel Lis, em Lisboa, Discoteca Kiay, em Pombal, Edifício Zon, em Lisboa, Hotel Discovery de Crissier, na Suíça, Opera House, em Inglaterra, e Sheraton Hotel, na Croácia, são alguns dos espaços onde os candeeiros Paulo Coelho marcam presença. Qualidade, design, flexibilidade são algumas das características da empresa que, segundo Susana Bento, lhe permitem diferenciar-se da concorrência. Depois da morte do fundador, há quase cinco anos, a gerente quer agora consolidar a empresa, que tem passado por algumas dificuldades, para depois avançar para novos investimentos. "“O mercado caiu um bocado, temos de trabalhar muito mais para vender o mesmo que antigamente. Se recebemos contactos e pedidos de orçamento diariamente é porque o produto continua interessante, mas temos de chegar a muito mais pessoas para vender”", conta a empresária. Quais os principais constrangimentos sentidos? Há alguma dificuldade em conseguir ficar com os projetos. Até recebemos pedidos de orçamentos, mas muitas vezes o cliente anda seis meses a 'enrolar' e quando decide temos 15 dias para produzir e entregar. O mercado está muito difícil. Também precisava de investir mais na área comercial e de marketing, porque neste momento o que fazemos é ir às feiras e trabalhar a partir de Alcobaça. Antigamente as encomendas vinham cá ter, hoje em dia temos de trabalhar os contactos conseguidos nas feiras para termos encomendas. Não podemos simplesmente mandar o catálogo e ficar à espera. Temos de mostrar que estamos cá. De 15 em 15 dias mandamos uma newsletter com novidades ou notícias a todos os clientes e contactos da nossa base de dados. Têm de ouvir o nome Paulo Coelho, não podemos cair no esquecimento. Esta é uma área em que o design é fundamental… Sim. A iluminação técnica e os LED têm-nos roubado um bocadinho de mercado. Quantos não são os hotéis que apenas têm focos LED para iluminar tudo. Fica mais barato. Mas quem quer dar um bocadinho mais de beleza e requinte ao espaço continua a procurar a iluminação decorativa. No ano passado criámos uma colecção mais rústica, vocacionada para espaços de turismo rural, também uma colecção em LED, para ir ao encontro das novas tendências, mas sempre fiéis à nossa área, que continua a ser a iluminação decorativa. Nota-se um regresso dos clientes aos fabricantes portugueses? Nota. Mas há muitas empresas portuguesas, nomeadamente armazenistas, que vendem muito produto chinês. Deixei de ir às feiras nacionais porque praticamente não havia fabricantes, mas sim armazenistas com produto chinês. Mesmo alguns fabricantes incorporam muitos componentes vindos da China. Sentimos que lá fora dão mais valor ao nosso produto do que cá.